terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Visita de Estudo - Aljubarrota

No próximo dia 25 de Março 2009, as turmas do 8º E/F irão visitar o Campo Militar de São Jorge, onde ocorreu a Batalha de Aljubarrota, seguindo para o Mosteiro da Batalha (monumento erigido devido à vitória portuguesa nesta batalha).

A visita insere-se no âmbito da disciplina de História e está a ser promovida pela professora Teresa Ferreira do Amaral.
O Campo militar de S. Jorge

" O campo de S. Jorge testemunha o local onde se travou, a 14 de Agosto de 1385, uma das raras grandes batalhas campais da Idade Média entre dois exércitos régios e um dos acontecimentos mais decisivos da história de Portugal. À escala medieval, considera-se um acontecimento da maior importância política, diplomática e militar. No campo militar significou a inovação de uma tática, onde os homens de armas apeados foram capazes de vencer a poderosa cavalaria medieval; No campo diplomático, permitiu a aliança entre Portugal e Inglaterra, que perdura até aos dias de hoje; No aspecto político, resolveu a disputa que dividia o Reino de Portugal do Reino de Castela e Leão, permitindo a afirmação de Portugal como Reino independente. Tornou possível também que se iniciasse uma das épocas mais grandiosas da história de Portugal, a época dos descobrimentos.
A 14 de Agosto de 1385, no planalto onde hoje se situa a aldeia de S. Jorge, concelho de Porto de Mós, distrito de Leiria, confrontaram-se dois pretendentes ao trono de Portugal: D. João I de Castela e Leão, e o D. João I, Mestre de Avis, que fora aclamado Rei de Portugal, quatro meses antes, nas Cortes de Coimbra. O exército castelhano era numérica e militarmente superior ao português. D. Nuno Álvares Pereira, com o seu pequeno grupo de cavaleiros e peões, implementou um sistema táctico antes e durante o confronto que levou Portugal à vitória."

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

REGICÍDIO


Faz esta semana 101 anos sobre este acontecimento que mudou o rumo da nossa história. Pois foi o golpe mortal, na já muito doente Monarquia, e abriu o caminho para a implantação da República em Outubro de 1910.
Segue-se um artigo de um jornal da época em que é relatado o acontecimento:

O REI D. CARLOS E O PRÍNCIPE REAL ABATIDOS A TIRO NO TERREIRO DO PAÇO

" Lisboa, 1 de Feveiro de 1908

Eram 5 e 30 da tarde. Quando a carruagem que transportava o rei, a rainha e os príncipes, regressados de Vila Viçosa, voltava do Terreiro do Paço para a rua do Arsenal, soaram tiros. Um popular aproximou-se da carruagem descoberta e desfechou uma carabina sobre o rei. A rainha, o príncipe real D. Luís Filipe e o infante D. Manuel levantaram-se para proteger D. Carlos mas dois novos tiros disparados por outro indivíduo atingiram mortalmente D. Luís Filipe. D. Manuel ficou ferido num braço. A rainha procurou afastar os agressores, o cocheiro fustigou os cavalos e entrou, com a carruagem crivada de balas, no pátio do Arsenal.
Os regicidas Manuel da Silva Buíça e Alfredo Luís Costa, foram imediatamente abatidos. Um oficial de ourives, José Sabino Costa, que ia colocar uma carta no correio, foi tido também como regicida e morto por engano.
Os vários tiros disparados no local feriram alguns populares, que tiveram de ser socorridos.
À noite, os cadáveres do rei e do princípe foram levados, sob escolta, para o Palácio das Necessidades, onde foram recebidos pelo médico de serviço, D. Tomás de Melo Breyner".
in Vários, Diário da História de Portugal, Selecções do Reader´s Digest
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

RITUAL DE LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA



No início de cada aula de Geografia, os alunos, cumprem um ritual de localização, dos diferentes países do mundo.







Esse ritual começa com a “visita” a um país através de um artefacto, de um filme, de uma imagem, de uma música ou de uma notícia desse país.





De seguida o professor faz uma breve contextualização do assunto tratado.
Por último os alunos registam no seu “guião de viagem” o assunto abordado, os países que fazem fronteira com o país escolhido e a região a que ele pertence.


Guião (clique para visualizar)







Todos os alunos possuem no seu “guião de viagem” uma actividade de auto-avaliação, com a qual podem, sempre que desejarem, avaliar os progressos em relação às suas competências de localização.



Será que os alun
os, no final do ano, conseguirão imitar o Mickey?



Ver Vídeo:



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